Em celas superlotadas, sete presos compartilham o mesmo sabonete
Defensores públicos de SP e RS pretendem levar denúncias sobre más condições dos presídios, flagradas durante inspeções, para Comissão Interamericana de Direitos Humanos.
Defensores públicos de SP e RS pretendem levar denúncias sobre más condições dos presídios, flagradas durante inspeções, para Comissão Interamericana de Direitos Humanos.
Esposas e mães de detentos também acusam profissionais da unidade prisional de não utilizarem máscaras e álcool gel contra à Covid-19, além de reter cartas dos presos e impedir envio de e-mails.
Infectados por coronavírus eram 226 em abril do ano passado, mas passaram para 17.285 em agosto; para Hugo Leonardo, presidente do IDDD, organização responsável pelo estudo, desrespeito às medidas contra superlotação e até “uso compartilhado de máscaras” explicam situação.
Após denúncia da família, jovem de 32 anos voltou a tomar os antirretrovirais, mas foi transferido de unidade prisional por ter se infectado com a doença; ele foi condenado ao regime semiaberto, mas se encontra no fechado.