O racismo de quem chora pela Ucrânia, mas ignora a dor que está ao seu lado
Situação de violência cotidiana contra a população pobre e negra no Brasil é banalizada e incomoda menos do que guerra na Europa, dizem moradores de comunidades do Rio.
Situação de violência cotidiana contra a população pobre e negra no Brasil é banalizada e incomoda menos do que guerra na Europa, dizem moradores de comunidades do Rio.
Agressão ocorreu nesta terça-feira (15) em unidade na zona sul da capital paulista. Vítima passou por exame de corpo de delito nesta quinta (17).
Levantamento do CESeC mostra que 63% dos abordados pela polícia na capital fluminense são as pessoas negras: “podemos apontar de maneira científica que as pessoas negras são as mais abordadas pela polícia”, diz pesquisador.
“A decisão é um alívio porque meu filho ainda sofre com isso e tem medo de entrar nesse mercado até hoje”, diz mãe do menino, que tinha 10 anos quando a agressão aconteceu, em 2019; Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro negou recurso da empresa e manteve sentença na quarta-feira (9/2)