Após reportagem da Ponte, alunos da USP se mobilizam contra homenagens a professor racista
Estudantes querem mudar nomes de sala da Faculdade de Direito e de rua que celebram Amâncio de Carvalho, professor que mumificou Jacinta Maria de Santana.
Jornalista formada pela PUC-SP, com extensão universitária em “Estado, Sociedade e Políticas Públicas”, pela PUC-SP- COGEAE. Ingressou no jornalismo colaborando em veículos de jornalismo alternativo, cobrindo protestos e cultura em São Paulo. Atuou na área de políticas públicas, no setor de comunicação da Escola Municipal de Administração Pública da Prefeitura de São Paulo. Passou pela Revista CartaCapital, onde cobriu temas diversos ligados aos direitos humanos. Trabalhou como repórter na Rádio Brasil Atual - 98,9 FM e participou do projeto Google News Initiative, no Grupo Bandeirantes de Comunicação. Foi repórter e comunicadora na organização indigenista Operação Amazônia Nativa (OPAN), na qual também trabalhou com advocacy, no monitoramento de políticas públicas nos poderes estadual e federal, no tocante ao tema socioambiental. É autora do livro-reportagem “Entre morros e palafitas: Um retrato da juventude periférica de Santos”, que retrata a vida de jovens moradores de comunidades sobre morros e palafitas, da zona noroeste de Santos.
Estudantes querem mudar nomes de sala da Faculdade de Direito e de rua que celebram Amâncio de Carvalho, professor que mumificou Jacinta Maria de Santana.
Delegado da Polícia Federal, Anderson Torres já foi chefe de gabinete de deputado bolsonarista. Para especialistas ouvidos pela Ponte, presidente quer ter maior controle sobre a PF.
Movimentos sociais têm utilizado imagens de câmeras de seguranças e instalado aparelhos nas periferias como estratégia para provar ocorrências de violência policial e violações de direitos.
Versão de que Forças Amadas teriam enfrentado Jair Bolsonaro para preservar a democracia é uma “falácia” espalhada pelo “jornalismo declaratório”, afirma Acácio Augusto, professor da Universidade Federal de São Paulo.