PM invade ocupação em SP sem mandado e impede moradores de entrar e sair
Moradores da Ocupação Mauá, no centro da capital paulista, relataram que um grande contingente de policiais entrou no local com cães farejadores e quebrou câmeras de segurança.
Jornalista formada pela PUC-SP, com extensão universitária em “Estado, Sociedade e Políticas Públicas”, pela PUC-SP- COGEAE. Ingressou no jornalismo colaborando em veículos de jornalismo alternativo, cobrindo protestos e cultura em São Paulo. Atuou na área de políticas públicas, no setor de comunicação da Escola Municipal de Administração Pública da Prefeitura de São Paulo. Passou pela Revista CartaCapital, onde cobriu temas diversos ligados aos direitos humanos. Trabalhou como repórter na Rádio Brasil Atual - 98,9 FM e participou do projeto Google News Initiative, no Grupo Bandeirantes de Comunicação. Foi repórter e comunicadora na organização indigenista Operação Amazônia Nativa (OPAN), na qual também trabalhou com advocacy, no monitoramento de políticas públicas nos poderes estadual e federal, no tocante ao tema socioambiental. É autora do livro-reportagem “Entre morros e palafitas: Um retrato da juventude periférica de Santos”, que retrata a vida de jovens moradores de comunidades sobre morros e palafitas, da zona noroeste de Santos.
Moradores da Ocupação Mauá, no centro da capital paulista, relataram que um grande contingente de policiais entrou no local com cães farejadores e quebrou câmeras de segurança.
Violações em Centro de Detenção Provisória na Grande SP ainda incluiriam comida estragada e negligência médica. Ministério Público arquivou denúncia semelhante apresentada em janeiro de 2021.
Esta quinta-feira (18) foi marcada por protestos na capital paulista: Coalizão Negra por Direitos realizou ato em frente ao Banco Central, e MTST foi à Secretaria de Direitos Humanos.
Jefferson Camillo da Silva, que trabalha como catador de materiais recicláveis e na manutenção eletrônicos, foi denunciado pela promotora Rafaela Trombini. Dono do celular não o reconheceu.