Governo Doria demorou a agir. Agora advogado diz que família agredida por PMs sofre ameaças
Segundo advogado, irmã e pai de jovem que denunciou agressão policial à Corregedoria foram intimidados nos últimos dias após reportagem da Ponte.
Jornalista da Vila Nova Cachoeirinha, região periférica da zona norte de SP e homem trans. É repórter das temáticas LGBTQ+ e direitos humanos. Autor do livro “Transresistência: Pessoas trans no mercado de trabalho”, apresentado inicialmente como trabalho de conclusão de curso da FIAM-FAAM. Em 2018, seu livro esteve entre os TCCs apresentados no 13º Congresso Internacional da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo). Fez parte do time de jornalistas da Agência Mural de Jornalismo das Periferias entre 2017 e 2019.
Segundo advogado, irmã e pai de jovem que denunciou agressão policial à Corregedoria foram intimidados nos últimos dias após reportagem da Ponte.
Delegado ignorou provas obtidas pela família porque, segundo enteado, já tinha “dado o horário”. Vítima teria reconhecido carro de outro modelo, mas polícia não considerou informação.
Pai e irmã foram a batalhão questionar PMs por agressão a motoboy e acabaram apanhando. “[Os PMs] fizeram tortura psicológica falando que vão matar eles”, denuncia advogado.
Para TJ-RJ, Bolsonaro adota “posicionamentos bem incisivos em questões das mulheres e questões do universo LGBT”. Padre Julio afirma que decisão “mantém liberdade de expressão de maneira incisiva”.