Presos em MG enfrentam falta de comunicação com as famílias e comida azeda, denunciam Mães do Cárcere
Para especialista, situação do Presídio Promotor José Costa, de Sete Lagoas (MG), mostra que “a prisão tira a condição de humana do ser humano”.
Jornalista da Vila Nova Cachoeirinha, região periférica da zona norte de SP e homem trans. É repórter das temáticas LGBTQ+ e direitos humanos. Autor do livro “Transresistência: Pessoas trans no mercado de trabalho”, apresentado inicialmente como trabalho de conclusão de curso da FIAM-FAAM. Em 2018, seu livro esteve entre os TCCs apresentados no 13º Congresso Internacional da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo). Fez parte do time de jornalistas da Agência Mural de Jornalismo das Periferias entre 2017 e 2019.
Para especialista, situação do Presídio Promotor José Costa, de Sete Lagoas (MG), mostra que “a prisão tira a condição de humana do ser humano”.
“Eu espero uma mudança, que as pessoas entendam a importância de denunciar [o racismo]”, aponta o estudante João Gilberto Pereira Lima, 28; durante o processo, ele continuou na universidade e está no último semestre de administração pública na FGV-SP.
Perseguida por filmar violência policial, veterinária ainda teve que lidar com médico legista Guilherme Bueno da Silveira, que teria se recusado a chama-la pelo nome social e não teria encostado nela durante exame pericial – caso aconteceu em SP em fevereiro de 2020.
Para Dennis Pacheco, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o assassinato de Ricardo Nicola, 52, após marcar encontro em aplicativo, tem indícios de homofobia porque os suspeitos premeditaram o tipo de vítima que atacariam.