Por que tantos negros são alvo de prisão injusta com base em reconhecimentos
Praticados fora das normas pelas polícias, e até por Whatsapp, reconhecimentos são usados pela Justiça como prova única para condenar réus negros.
Jornalista da Vila Nova Cachoeirinha, região periférica da zona norte de SP e homem trans. É repórter das temáticas LGBTQ+ e direitos humanos. Autor do livro “Transresistência: Pessoas trans no mercado de trabalho”, apresentado inicialmente como trabalho de conclusão de curso da FIAM-FAAM. Em 2018, seu livro esteve entre os TCCs apresentados no 13º Congresso Internacional da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo). Fez parte do time de jornalistas da Agência Mural de Jornalismo das Periferias entre 2017 e 2019.
Praticados fora das normas pelas polícias, e até por Whatsapp, reconhecimentos são usados pela Justiça como prova única para condenar réus negros.
Após detenção ilegal, Erik Santos Souza foi ouvido como testemunha na delegacia; especialista aponta que policiais cometeram crimes de constrangimento ilegal, abuso de autoridade, cárcere privado e crime contra a honra da mulher.
Coletivo idealizado por Leo Moreira Sá e Daniel Veiga reúne mais de 50 artistas para afirmar: “as transmasculinidades não serão mais apagadas”.
Magistrado que mandou soltar violoncelista negro preso sem provas no Rio diz que, em um ano, se apreende a mesma quantidade de drogas em São Gonçalo do que foi apreendida em um avião da FAB.