Artigo | Por que usamos ‘suposto confronto’ em ações policiais com morte?
Massacre de Paraisópolis nos faz lembrar inúmeros casos de versões fantasiosas e justificativa de confronto usadas por PMs para justificar mortes.
Massacre de Paraisópolis nos faz lembrar inúmeros casos de versões fantasiosas e justificativa de confronto usadas por PMs para justificar mortes.
Documentos exclusivos apontam que um dos denunciados foi Alejandro Juvenal Herbas Camacho Junior, irmão de Marcola, o líder máximo da facção
Informante da polícia, Cristiano Alleson Arruda da Silva tinha documento falso de investigador e mesa de trabalho no 90º DP (Parque Novo Mundo).
Não basta ler, tem que provar que leu: preso precisa fazer avaliação e, caso atinja nota 6 numa escala de 0 a 10, tem reduzido 4 dias de tempo de cadeia