Condenada sem provas, Bárbara Querino é absolvida pela segunda vez
Processo estava parado há sete meses e desembargador reconheceu que não havia provas; dançarina negra foi reconhecida pelo cabelo.
Processo estava parado há sete meses e desembargador reconheceu que não havia provas; dançarina negra foi reconhecida pelo cabelo.
Educadora da rede municipal de SP disse que menina estava sofrendo bullying de colegas; a mãe rebate e enfatiza que filha foi vítima de racismo: ‘Ela usou as crianças para falar o que pensa’.