Da Redação | A prisão do fim do mundo
Em Ushuaia, fantasias de presos e souvenirs transformam um passado de tortura em atração turística; no Brasil, violência carcerária ainda é aplaudida no presente
Em Ushuaia, fantasias de presos e souvenirs transformam um passado de tortura em atração turística; no Brasil, violência carcerária ainda é aplaudida no presente
“As prisões funcionam como caixas de ressonância de nossa estrutura social. As características econômicas, sociais, raciais e de gênero dos presos revelam sintonia entre o que se passa fora e o que é mantido nos muros”
O lançamento contou com a presença de mulheres que viveram na Penitenciária Feminina da Capital e são autoras do livro; entre mais de mil textos produzidos, 101 foram selecionados para a obra.
Mulheres que lutam pelos presos, sejam mães, companheiras ou irmãs, encerram debate no segundo dia do Seminário Internacional da Amparar, que discutiu violações no cárcere brasileiro pela perspectiva de raça e gênero