Protesto em São Paulo exige justiça para Bruno Pereira, Dom Phillips e Maxciel dos Santos
O ato contou com a presença de profissionais da Funai, indígenas e jornalistas e também pediu proteção para os territórios ameaçados pelo crime organizado
O ato contou com a presença de profissionais da Funai, indígenas e jornalistas e também pediu proteção para os territórios ameaçados pelo crime organizado
Três primeiros anos da gestão Bolsonaro registraram 5.725 conflitos, mais do que em todos os outros governos do período democrático, segundo relatório da Comissão Pastoral da Terra, que chama a atuação federal de “política de morte”.
Organizações internacionais também condenam a prisão de José Vargas, que diz ter sido preso por conta de uma armação para prejudicar a investigação sobre os mandantes do massacre. Em janeiro, a principal testemunha da chacina foi executada, após ter revelado que recebia ameaças de policiais.
Entre 1985 e 2017, 21 pessoas foram mortas por ano no Pará em conflitos de terra, segundo levantamento da CPT; chacina de Pau D’Arco, a maior desde Eldorado dos Carajás, completa um ano sem desfecho.