Baixada Santista puxa queda nas mortes pelas polícias após Operação Verão sem ‘vingança’
Na região, duas mortes foram registradas neste ano, contra 20 em 2024. Especialista aponta mobilização popular como fator importante para queda.
Na região, duas mortes foram registradas neste ano, contra 20 em 2024. Especialista aponta mobilização popular como fator importante para queda.
De janeiro a outubro, as polícias Civil e Militar mataram 676 pessoas, ultrapassando os anos inteiros de 2023, 2022 e 2021. Para pesquisador, trata-se de “política calcada em espetacularização das mortes que não traz segurança”.
De 312 vítimas mortas pelas polícias Civil e Militar de SP, 204 foram identificadas como pretas e pardas; no mesmo período de 2023, esse perfil correspondeu a 111 das 189 mortes.
Meses de janeiro a março de 2024 bateram recorde na região, com 84 vítimas após Operação Verão ter sido estendida por conta de assassinatos de PMs; “não se combate o crime colocando a população na mira do fuzil”, critica pesquisadora.