Tribunal do RJ isenta juíza de culpa por ação de PMs que algemaram advogada negra
Segundo investigação feita por comissão do TJ-RJ, testemunhas apontam que advogada ‘se debatia’ e policiais a algemaram ‘para resguardar sua integridade física’.
Segundo investigação feita por comissão do TJ-RJ, testemunhas apontam que advogada ‘se debatia’ e policiais a algemaram ‘para resguardar sua integridade física’.
Abuso sofrido por Valéria Lúcia dos Santos motivou mudança no tribunal, que passou a filmar todas as audiências; advogada obteve vitória para cliente, mas questionou valor do dano moral.
Antes de mandar PM algemar Valéria Lúcia, juíza Ethel Tavares já teria revelado comportamento racista, segundo a advogada: ‘Ela perguntou se eu e cliente éramos irmãs porque éramos negras’.
Atingido pelo disparo que feriu sua mãe, grávida, há um mês, na Baixada Fluminense, Arthur morreu no hospital após hemorragia digestiva intensa neste domingo (30).