Estado matou o filho de Givonete e a abandonou à própria sorte
Aposentada perdeu o filho assassinado em maio de 2006. Aos 66 anos, passou por depressão, artrite, trombose e, sem dinheiro para tratamento, corre o risco de ficar cega.
Aposentada perdeu o filho assassinado em maio de 2006. Aos 66 anos, passou por depressão, artrite, trombose e, sem dinheiro para tratamento, corre o risco de ficar cega.
TJ avaliou não haver provas de que um agente do Estado é responsável pelo ferimento, em junho de 2013. Câmara revê decisão em primeira instância que considerava o fotógrafo culpado por se colocar na ‘linha de tiro’ A 9° Câmara do Tribunal de Justiça de São Paulo inocentou com unanimidade o Estado por cegar o […]
Recurso foi retirado de pauta da 9ª Câmara de Direito Público do Tribunal sem data prevista para remarcação