PMs apontam arma para moradores de Paraisópolis (SP) que filmam ação truculenta
Moradores sustentam que tropa foi ao local para prender suspeito e agiram com violência quando gravados: ‘nossa segurança faz com que não nos sintamos seguros’.
Moradores sustentam que tropa foi ao local para prender suspeito e agiram com violência quando gravados: ‘nossa segurança faz com que não nos sintamos seguros’.
Presidente da Comissão dos Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do RJ, Renata Souza (Psol-RJ) quer que Ministério Público – federal e estadual – investigue ação dos atiradores de elite e aponte quantas pessoas foram baleadas ou mortas.
Favela do Sapo possui quase duas centenas de palafitas, que foram destruídas durante chuva da terça-feira (20/3), quando uma bebê morreu e pessoas ficaram desabrigadas.
Militares tiraram fotos do RG e do rosto de pessoas em três comunidades na zona oeste do Rio. ONG Justiça Global comparou ação ao apartheid e diz que “nem ditadura” adotou esse procedimento.