Tirar dinheiro da polícia para salvar vidas: IDMJR e o desfinanciamento
Entidade defende que fim da polícia não é utopia e investimentos milionários para armar as forças de segurança reflete o racismo estrutural do Brasil.
Entidade defende que fim da polícia não é utopia e investimentos milionários para armar as forças de segurança reflete o racismo estrutural do Brasil.
Proporções de negros mortos pela polícia (84,1%) e encarcerados (67,5%) são as maiores já registradas; Amapá, Goiás e Rio de Janeiro são os estados com as maiores taxas de mortes pelas polícias em comparação com todas as mortes violentas.
Número de vítimas sem identificação de cor nos boletins de ocorrência explodiu a partir de 2020, após protestos antirracistas por George Floyd e Beto Freitas; em 2022, 40% dos registros não tinham esse dado.
Movimentos negros se reuniram em frente à superintendência da corporação na capital paulista com faixas ‘PRF mata’ e ‘não consigo respirar’; Coalizão Negra por Direitos denunciou casos a órgãos internacionais