Lula precisa enfrentar a violência policial, afirma Human Rights Watch
Em relatório, entidade internacional destaca que segurança pública não foi prioridade do primeiro ano do terceiro mandato do presidente.
Em relatório, entidade internacional destaca que segurança pública não foi prioridade do primeiro ano do terceiro mandato do presidente.
PMs ouvidos em grupo, corpos que chegaram sem roupa, contradição de depoimentos e ausência de perícia no local são problemas identificados pela Human Rights Watch ao analisar BOs e autópsias de vítimas no litoral de SP.
Organização internacional defende que procuradores conduzam investigações, colham depoimentos e possibilitem que as vítimas tenham acesso aos autos do processo.
Organização aponta em relatório que Bolsonaro, entusiasta de torturadores, promoveu ataques às instituições e incitou apoiadores a pedir golpe militar; pesquisadores recomendam reforço de pilares da democracia, dentre eles a revisão da Lei da Anistia.