Novo júri popular absolve PMs acusados pela chacina do Borel, no Rio
Por 4 votos a 3, jurados qualificaram mortes de quatro jovens praticadas pelos policiais em 2003 como homicídios culposos, quando não há intenção de matar.
Por 4 votos a 3, jurados qualificaram mortes de quatro jovens praticadas pelos policiais em 2003 como homicídios culposos, quando não há intenção de matar.
Para o Ministério Público, Justiça de São Paulo ignorou a lei ao escolher uma das versões para as mortes de Alex e Ailton, em 2014, e não mandar PMs a júri popular.
Juiz considera que as provas são insuficientes para dizer que Eduardo Alves dos Santos morreu em decorrência do espancamento e sugere que causa da morte foi alcoolismo.
Apesar de inquérito policial apontar ‘legítima defesa’ de PMs por matarem Ítalo Ferreira em 2016, MP denunciou 5 policiais por fraude processual e 2 deles por homicídio.