Famílias sem-teto deixam largo do Paissandu, no centro de São Paulo, após 3 meses
Barracas foram desmontadas e 37 famílias deixaram o local depois de 101 dias de ocupação que começou com desabamento de prédio ao lado da praça.
Barracas foram desmontadas e 37 famílias deixaram o local depois de 101 dias de ocupação que começou com desabamento de prédio ao lado da praça.
Funcionário comeu letra do sobrenome ao preencher cadastro de Glivalda Conceição dos Santos, bloqueando os R$ 400 do auxílio-aluguel; outros acampados alegam não ter recebido benefício de junho.
Movimentos de moradia que se uniram aos sobreviventes do desabamento se negam a deixar Largo do Paissandu alegando falta de garantias, como o auxílio-aluguel a todos os acampados.
Sobreviventes do desabamento no centro de SP mantém acampamento vizinho ao local da tragédia, hoje marcado pela espera por solução e notícias dos desaparecidos.