Artigo | 30 anos do Massacre do Carandiru: para não esquecer
“É possível morrer-se em Auschwitz, depois de Auschwitz?”. A resposta é: sim, enquanto existirem prisões
“É possível morrer-se em Auschwitz, depois de Auschwitz?”. A resposta é: sim, enquanto existirem prisões
Nivaldo Restivo comandou a PM e esteve no massacre do Carandiru; agentes penitenciários, familiares de presos e especialistas acreditam ser difícil prever o impacto para sistema prisional.
Órgão se posicionou contrário à decisão do TJ-SP; em 2016, Tribunal anulou condenação dos policiais envolvidos na ação que deixou 111 presos mortos, em 1992.
A única narrativa que o poder público é capaz de contar é a da repetição e reedição de dores e massacres, e da manutenção de um sistema prisional que reconta centenas de mortes todos os anos, sem jamais assumir sua responsabilidade pela barbárie