Apreensão toma conta de Paraisópolis 10 dias após morte de PM
Moradores da comunidade, na zona sul de São Paulo, relatam que abordagens violentas se tornaram comuns após morte de sargento, em 2 de novembro.
Moradores da comunidade, na zona sul de São Paulo, relatam que abordagens violentas se tornaram comuns após morte de sargento, em 2 de novembro.
PM e mulher disseram que jovem havia roubado celular, contrariando testemunha, vídeo e nota fiscal; casal diz estar sendo ameaçado.
Em vez de socorrer ferido, GCMs o arrastam no chão e só param de bater nele quando testemunha grita ‘Chega!’.
Rafael Ribeiro Santana, ajudante em uma barraca de cachorro-quente, está preso há 102 dias ainda que documento e vídeo o coloquem distante do local do crime.