PM Juliane, morta por ser policial: um ataque aos direitos humanos
Negra, lésbica, periférica e dona de ‘uma alegria contagiante’, Juliane dos Santos Duarte foi enterrada na Grande SP; amiga conta que ser policial era o grande sonho da vida dela.
Negra, lésbica, periférica e dona de ‘uma alegria contagiante’, Juliane dos Santos Duarte foi enterrada na Grande SP; amiga conta que ser policial era o grande sonho da vida dela.
Secretaria da Segurança Público confirmou que corpo da soldado estava em porta-malas de carro abandonado, a 8 km de onde ela havia sido sequestrada.
‘Enquanto não acharmos o corpo, não vamos sair daqui’, disse PM em abordagem truculenta no Jardim Colombo, vizinho a Paraisópolis.
Juliane Santos Duarte estava em um bar com duas amigas durante a folga, quando homens desconhecidos fizeram a abordagem e atiraram.