Quatro histórias de letalidade da PM mais violenta do país
No Amapá, muitas mortes e uma mesma versão: troca de tiros; familiares das vítimas afirmam que foram ameaçados após denúncias à Corregedoria.
No Amapá, muitas mortes e uma mesma versão: troca de tiros; familiares das vítimas afirmam que foram ameaçados após denúncias à Corregedoria.
Pesquisa aponta que em mais de 75% das 49 abordagens ou flagrantes analisados PM ignorou ‘presunção de consentimento’ ao fuçar celulares.
Cabo ficou com hematomas no braço e na perna ao intervir em discussão familiar com sua sobrinha, namorada do oficial: ‘Praça não é nada!’, teria dito o tenente.
‘Enquanto não acharmos o corpo, não vamos sair daqui’, disse PM em abordagem truculenta no Jardim Colombo, vizinho a Paraisópolis.