Artigo | ‘Essa gente’ que muita gente prefere não ver
A frase dita por uma moradora da favela do Moinho coloca o dedo na ferida de uma cidade que quer expulsar os pobres da região central e torná-los invisíveis.
A frase dita por uma moradora da favela do Moinho coloca o dedo na ferida de uma cidade que quer expulsar os pobres da região central e torná-los invisíveis.
Favela na região central de São Paulo teve gritos em celebração ao presidente e críticas ao governador, culpado por truculência policial. Acordo anunciado por ambos os governos para a compra assistida de imóveis ainda não foi formalizado.
Nicolas de Oliveira, de 19 anos, foi morto no sábado (10/5). Versão contradiz narrativa dos policiais, que apresentaram pistola supostamente usada pelo jovem.
Governos federal e estadual decidiram que vão subsidiar imóveis de até R$ 250 mil. Ainda há incerteza sobre a sequência das demolições e sobre a presença da polícia na comunidade.