Ativista sofre abordagem de 2 horas em SP: “incomoda ver 4 pretos em um carro”
Preta Ferreira estava com a família, incluindo duas crianças, indo almoçar quando foram parados por PMs na região central de São Paulo
Preta Ferreira estava com a família, incluindo duas crianças, indo almoçar quando foram parados por PMs na região central de São Paulo
No sétimo episódio de Academia de Literatura das Ruas, série de lives da Ponte, Preta contou sobre sua estreia como escritora do livro-diário Minha Carne, sobre o tmepo que passou presa, e suas referências de escrita e resistência.
Vídeo de “Como Noiz Quiser” denuncia a violência do Estado: “Nossos corpos têm sido interrompidos há mais de 500 anos”, diz cantora.
Lançamento da Boitempo traz momentos de dor e angústia dos 108 dias em que Preta Ferreira ficou presa em 2019. “Esse livro é o grito de cada uma das pessoas que ecoou por liberdade enquanto eu estive presa injustamente”, define.