Preso suspeito de roubar celular, ajudante negro estava no trabalho na hora do crime
Rafael Ribeiro Santana, ajudante em uma barraca de cachorro-quente, está preso há 102 dias ainda que documento e vídeo o coloquem distante do local do crime.
Rafael Ribeiro Santana, ajudante em uma barraca de cachorro-quente, está preso há 102 dias ainda que documento e vídeo o coloquem distante do local do crime.
Jovens presos, que eram estudantes e funcionários da USP, foram levados ao Deic, departamento especializado no combate ao crime organizado, e autuados por associação criminosa, incêndio, dano ao patrimônio, desacato e resistência.
Para o Judiciário, policiais têm “fé pública”: tudo o que dizem é verdade. Em 70% das condenações por tráfico de drogas, a única prova usada é a palavra do policial.
Decisão é baseada em ‘inconsistências’ identificadas nos depoimentos dados pelos militares, que assassinaram músico negro de 51 anos em Guadalupe, na zona norte do RJ.