Artigo | A porta da cadeia não tem dono
Voto da bancada evangélica contra saídas temporárias reflete medo das igrejas em disputar protagonismo com outras organizações também preocupadas com quem deixa temporariamente a prisão.
Voto da bancada evangélica contra saídas temporárias reflete medo das igrejas em disputar protagonismo com outras organizações também preocupadas com quem deixa temporariamente a prisão.
Congresso derrubou veto de Lula nesta terça-feira (28) e proibiu totalmente as saídas temporárias de presos no semiaberto em datas comemorativas.
Entre aqueles que votaram pelo fim das saidinhas, apenas 62 votaram para manter a prisão do colega. A maior parte se posicionou de maneira que favorecia Brazão: 45 votaram pela sua libertação, 11 se abstiveram e 30 não votaram.
Impacto calculado por entidades leva em conta apenas custo de exames criminológicos, ferramenta sem validade científica que teve uso ampliado pela nova lei; validade ou não da legislação para presos atuais deve ser alvo de disputa.