Missa relembra Guilherme, morto pela polícia: ‘O que a gente quer? Justiça!’
Ato é feito uma semana após a morte do adolescente, sequestrado na porta de casa e depois encontrado morto; principal suspeito, PM está preso.
Ato é feito uma semana após a morte do adolescente, sequestrado na porta de casa e depois encontrado morto; principal suspeito, PM está preso.
Para eles, a mobilização é necessária para o caso não cair no esquecimento: “ele deu a vida para gritarmos basta”; morador relata caso de agressão e racismo da PM.
Advogados de Adriano de Campos afirmam que ele não é autor do crime; sobre os homicídios pelos quais o PM já respondeu, defesa garante: “foram legítimos”.