‘Na pandemia, a mulher está em casa à disposição do agressor’, diz feminista do Amazonas
Luzanira Varela afirma que pandemia expôs ainda mais as desigualdades, pois muitas mulheres trabalham na informalidade e estão sem recursos financeiros.
Luzanira Varela afirma que pandemia expôs ainda mais as desigualdades, pois muitas mulheres trabalham na informalidade e estão sem recursos financeiros.
Sem dados oficiais, a rede de enfrentamento estadual atua “no escuro”, mas busca ativa no interior do Estado mantém zerada a taxa de feminicídios.
Ofensas e ameaças fazem parte do ciclo de violência contra a mulher, que pode terminar em morte; feminicídios crescem 41% nos dois primeiros meses de isolamento em SP.
Sem medida protetiva, vítima mudou de cidade, no interior de SP, após dupla agressão; “violência policial pode inibir mulheres a pedir ajuda”, afirma advogado.