Quando a PM do RJ ‘confunde’ objetos com armas nas mãos de suas vítimas e atira para matar
As desculpas dos militares para tentar justificar mortes passam por pedaço de madeira, guarda-chuva, furadeira e até saco de pipoca.
As desculpas dos militares para tentar justificar mortes passam por pedaço de madeira, guarda-chuva, furadeira e até saco de pipoca.
Jorge Rodrigues Filho foi morto em abordagem após sair de casa em novembro de 2022; polícia diz que ele estava em moto roubada e apontou arma de brinquedo, mas família contesta versão: “ele não era ladrão, era trabalhador”, diz mãe.
Conhecido por denunciar violência policial em Tucano (BA), Pedro Henrique foi morto em 2018. Polícia Civil apontou dois PMs como os assassinos ainda em 2019, mas MP até hoje não denunciou suspeitos nem pediu arquivamento.
Adriano Fernandes de Campos foi desligado por possuir empresa de vigilância, o que a corporação proíbe; há uma semana, TJ-SP determinou que ele seja julgado novamente pela morte do adolescente negro de 15 anos, ocorrida em 2020.