Desembargadora pesquisa na internet para decidir se réu é culpado
Gravação flagra desembargadores pesquisando e comentando fatos da vida de um réu sem relação com a acusação; “não julgaram o fato, mas a pessoa”, afirma advogado.
Gravação flagra desembargadores pesquisando e comentando fatos da vida de um réu sem relação com a acusação; “não julgaram o fato, mas a pessoa”, afirma advogado.
Para especialistas, decisão abre precedentes para que advogados consigam reverter casos de prisões de inocentes reconhecidos por foto.
Praticados fora das normas pelas polícias, e até por Whatsapp, reconhecimentos são usados pela Justiça como prova única para condenar réus negros.
Presidente do Instituto de Defesa do Direito de Defesa explica que discussão vai além de Lula e que Justiça tem ‘desapreço’ por Constituição.