Da Redação | Quanto custa esperar por justiça?
Casos de Paraisópolis e do Carandiru mostram como a demora na responsabilização prolonga a violência contra vítimas e familiares e pode permitir que novos crimes aconteçam
Casos de Paraisópolis e do Carandiru mostram como a demora na responsabilização prolonga a violência contra vítimas e familiares e pode permitir que novos crimes aconteçam
Policiais vão responder por homicídio duplamente qualificado por nove vezes e por lesão corporal grave contra duas vítimas. Caso ocorreu em 2019, na dispersão de um baile na favela de Paraisópolis, na zona sul da cidade de São Paulo
Familiares e amigos dos 9 jovens que morreram após repressão da PM a um baile funk em 2019 fizeram protesto próximo ao Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, neste domingo (1/12) e despejaram tinta vermelha no asfalto.
Inquérito de Rafael Casella responsabilizou os pais das vítimas pela morte de seus filhos, por deixarem que fossem a um baile funk; para um assistente de acusação, afirmação foi “desnecessária e perversa”.