Da Redação | Por que a polícia sempre alega ‘confusão’ após matar inocentes?
Casos recentes mostram como a narrativa da “confusão” é usada para justificar mortes cometidas por policiais e reproduzida sem questionamento por parte da imprensa
Casos recentes mostram como a narrativa da “confusão” é usada para justificar mortes cometidas por policiais e reproduzida sem questionamento por parte da imprensa
Entre escombros, ratos e escorpiões, famílias que seguem na favela do Moinho contestam promessas de habitação digna um ano após acordo entre os governos estadual e federal
Matheus Menezes Simões, de 21 anos, foi morto pelo PM Gabriel Montoro Dantas em fevereiro de 2024. Justiça Comum e Justiça Militar repassaram processo uma para outra por divergência sobre ida ou não a júri
Família de Paulo Vitor Leite Rodrigues, de 26 anos, contesta a versão dos guardas de que ele estaria armado e aponta demora de mais de duas horas no socorro