‘Não pode esquecer, tem que incomodar’: mãe pede memória e justiça dez anos após chacina
Aos 72 anos, Dona Zilda mantém luta contra violência de Estado junto de outros familiares das vítimas da Chacina de Osasco e Barueri — a maior já registrada nas ruas do estado de São Paulo. Caso deixou 17 mortos em 13 de agosto de 2015.