Coluna LASInTec | Quando a pior chacina é sempre a próxima
Nas democracias securitárias como o Brasil, a matança, as tecnologias de monitoramento e a retórica dos direitos humanos estão articuladas.
Nas democracias securitárias como o Brasil, a matança, as tecnologias de monitoramento e a retórica dos direitos humanos estão articuladas.
Em duas visitas ao Complexo da Penha, a reportagem da Ponte ouviu o testemunho de moradores sobre o Massacre da Penha e do Alemão — a “megaoperação policial” que deixou 121 mortos no Rio — e registrou o trauma coletivo de uma política de segurança baseada na morte e no descaso.
Os estarrecedores acontecimentos do dia 28 de outubro de 2025 no Rio de Janeiro partem do discurso falacioso de que o papel das Polícias Militares é combater o crime e matar bandidos — porque ninguém nasce bandido.
Às vésperas da COP30, dois policiais militares foram afastados. O MP afirma que eles teriam lucrado ao fazer com que madeira roubada de área protegida em Feliz Natal (MT) fosse adquirida pelos próprios autores do roubo em um falso leilão. Inquérito menciona participação de um suspeito de integrar Comando Vermelho.