Da Redação | Quanto custa esperar por justiça?
Casos de Paraisópolis e do Carandiru mostram como a demora na responsabilização prolonga a violência contra vítimas e familiares e pode permitir que novos crimes aconteçam
Casos de Paraisópolis e do Carandiru mostram como a demora na responsabilização prolonga a violência contra vítimas e familiares e pode permitir que novos crimes aconteçam
Policiais vão responder por homicídio duplamente qualificado por nove vezes e por lesão corporal grave contra duas vítimas. Caso ocorreu em 2019, na dispersão de um baile na favela de Paraisópolis, na zona sul da cidade de São Paulo
Tribunal do Júri absolveu PMs Renato Torquatto da Cruz e Robson Noguchi de Lima, e MPSP entendeu que sentença contrariou provas. À época do ocorrido, um porta-voz da própria PMESP classificou ação como ilegal.
Imagens obtidas pela Ponte mostram agressão de três PMs do CAEP a homem desarmado; versão registrada no 89º DP diverge do que aparece nos vídeos