Da Redação | Quanto custa esperar por justiça?
Casos de Paraisópolis e do Carandiru mostram como a demora na responsabilização prolonga a violência contra vítimas e familiares e pode permitir que novos crimes aconteçam
Casos de Paraisópolis e do Carandiru mostram como a demora na responsabilização prolonga a violência contra vítimas e familiares e pode permitir que novos crimes aconteçam
Daniel Pereira Noda, Carlos Vinicius Batista Bruno e Thiago Freitas da Silva atiraram quando vítima estava nua e usava banheiro de cooperativa de mototáxi em Santos.
Policiais vão responder por homicídio duplamente qualificado por nove vezes e por lesão corporal grave contra duas vítimas. Caso ocorreu em 2019, na dispersão de um baile na favela de Paraisópolis, na zona sul da cidade de São Paulo
Ofício cita 31 profissionais que ridicularizaram vítimas de violência doméstica por desistirem de medidas protetivas. Com a repercussão, vídeos foram apagados