Da Redação | Quanto custa esperar por justiça?
Casos de Paraisópolis e do Carandiru mostram como a demora na responsabilização prolonga a violência contra vítimas e familiares e pode permitir que novos crimes aconteçam
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Casos de Paraisópolis e do Carandiru mostram como a demora na responsabilização prolonga a violência contra vítimas e familiares e pode permitir que novos crimes aconteçam
Daniel Pereira Noda, Carlos Vinicius Batista Bruno e Thiago Freitas da Silva atiraram quando vítima estava nua e usava banheiro de cooperativa de mototáxi em Santos.
Em decisão unânime, TJSP rejeita recurso da PGE e reafirma que ações indenizatórias por tortura praticada por agentes do Estado não prescrevem, seja na ditadura ou na democracia
Policiais vão responder por homicídio duplamente qualificado por nove vezes e por lesão corporal grave contra duas vítimas. Caso ocorreu em 2019, na dispersão de um baile na favela de Paraisópolis, na zona sul da cidade de São Paulo